| Aviação: TAP já tem licença portuguesa para voar para a China em regime de "code share" |
| Segunda, 06 Setembro 2010 08:52 | ||||||
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Xangai, 06 set (Lusa) – Portugal já concedeu à TAP licença para operar três rotas aéreas para a China, reforçando a sua “aposta” em atrair mais turistas chineses, revelou hoje em Xangai o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade. “É uma oportunidade que não podemos perder”, disse Bernardo Trindade a propósito do crescente número de chineses que viajam para fora da China, e que em 2010 deverá atingir a 100 milhões. As três rotas – Lisboa/Pequim/Lisboa, Porto/Pequim/Porto e Lisboa/Xangai/ Lisboa – funcionarão em regime de “code share” com uma companhia chinesa. As respetivas licenças foram atribuídas à Tap no dia 31 de agosto, cabendo agora à China indicar o parceiro chinês da transportadora aérea portuguesa. “Já mostramos às autoridades chinesas da aviação civil a nossa disponibilidade para aprovar o ‘code share’ logo que a companhia chinesa esteja designada. Esperamos que o processo esteja concluído o mais rapidamente possível”, afirmou o secretário de Estado do Turismo. “É um processo que consolidará a nossa aposta (na China) e permitirá, por via aérea, termos mais chineses a visitar Portugal”, acrescentou. Bernardo Trindade abriu hoje uma campanha de promoção turística na China, a segunda do género em cerca de dois anos, que decorre até terça feira em Xangai. “A China desempenha hoje um papel fundamental na economia mundial e é uma aposta fundamental da estratégia portuguesa de diversificação”, disse o secretário de Estado aos operadores turísticos reunidos no pavilhão de Portugal na Expo2010. Segundo exemplificou, o site do Turismo de Portugal (www.visitportugal.com) “também já está em chinês”. “Portugal e China estão geograficamente distantes, mas têm uma relação política próxima, com 500 anos de História (…) Temos de aproveitar este bom relacionamento”, afirmou Bernardo Trindade
A Expo 2010, dedicada ao tema “Better City, Better Life” (Melhores Cidades, Maior Qualidade de Vida), decorre de 01 de maio a 31 de outubro numa área de 528 hectares (dez vezes a Expo 98, em Lisboa), ao longo das duas margens do rio que atravessa Xangai, o centro económico e comercial da China. É a maior exposição universal de sempre, com a participação de cerca de 240 países e organizações internacionais, e pretende ser também a mais concorrida. O número global de visitantes atingiu no domingo passado os 48,7 milhões e até ao final do certame os organizadores esperaram chegar ao prometido recorde de 70 milhões – mais seis milhões que Osaka, em 1974. Portugal está representado por um pavilhão de 2.000 metros quadrados, todo revestida de cortiça, cujo conteúdo evidencia os 500 anos de contactos com a China e a atual “aposta portuguesa nas energias renováveis”. AC. *** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ** Lusa/Fim |
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