Sunday, February 5, 2012
Conjuntura: OCDE constata “abrandamento da retoma” e “aumento da incerteza” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 09 Setembro 2010 09:39

Paris, 09 set (Lusa) – A economia mundial regista “um abrandamento da retoma”, a par de um “aumento da incerteza”, segundo uma avaliação interina apresentada hoje em Paris pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos).

“A retoma mundial mostra sinais de abrandamento que deverão manifestar-se mais rapidamente do que inicialmente previsto”, afirmou hoje, em Paris, o economista chefe e secretário geral adjunto da OCDE, Pier Carlo Padoan.

Nos países do G7, as sete maiores economias do mundo, “o crescimento deverá estabelecer-se nos 1,6 por cento de taxa anual, em média, no segundo semestre de 2010, contra uma projeção de 1,7 por cento na edição de maio das perspetivas económicas” da OCDE”, acrescentou Pier Carlo Pardoan.

 

“No entanto, este abrandamento da retoma é temporário”, ressalvou o economista chefe da OCDE numa conferência de imprensa realizada na sede da organização.

A análise da OCDE regista “sinais negativos” do lado da confiança das famílias, cujo consumo “deverá permanecer em níveis modestos”, do pico de desemprego registado nomeadamente nos Estados Unidos da América e da estagnação do mercado imobiliário americano.

Os “sinais positivos” surgem do lado das empresas, segundo a OCDE, que assinala uma perspetiva de crescimento do investimento, “depois de se ter atingido o patamar mais baixo”.

A OCDE avisa também que “a volatilidade ainda está presente”mas a sua leitura dos números da economia mundial indica que “estamos a sair do fundo”.

PRM

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Lusa/Fim

 

 

2/3/2012

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