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Alentejo promove azeite em seis países para aumentar exportações

O Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL) está a desenvolver um projeto para lançar o azeite produzido na região em mercados de seis países-alvo para aumentar as exportações, foi hoje anunciado.

Através do projeto, o azeite produzido no Alentejo vai ser promovido em seis mercados-alvo, os dos Estados Unidos da América, Canadá, Alemanha, Suécia, Dinamarca e Brasil, disse hoje à agência Lusa Henrique Herculano, do CEPAAL, com sede em Moura, no distrito de Beja.

O objetivo é “dar a conhecer a novos mercados” o azeite do Alentejo e as empresas que o produzem para “aumentar as exportações, afirmar a notoriedade e promover o reconhecimento internacional de um produto de excelência”, explicou.

O projeto, que é apresentado na sexta-feira, em Évora, prevê a realização, até final de 2018, de várias ações de promoção e degustação de azeites do Alentejo junto de retalhistas e grossistas, consumidores finais, meios de comunicação social e “bloggers” especializados dos seis países-alvo.

Algumas das ações vão ser desenvolvidas nas edições de 2018 de certames estratégicos do setor alimentar em alguns dos países-alvo e de congressos internacionais realizados em Portugal.

O projeto prevê também a criação de materiais promocionais, como uma gargantilha com a marca “Azeite do Alentejo”, que será usada nas garrafas dos azeites dos produtores da região aderentes.

O desenvolvimento de ferramentas de “web marketing”, como a otimização de um sítio de Internet dedicado à marca “Azeite do Alentejo”, disponível em www.azeitedoalentejo.pt, é outra das ações previstas.

No âmbito do projeto, o CEPAAL também vai desenvolver uma parceria com a TAP para a realização de ações de promoção do azeite do Alentejo no “cattering” dos voos da companhia aérea portuguesa para os seis países-alvo e no aeroporto de Lisboa.

O “Projeto de Internacionalização do Azeite do Alentejo” vai implicar um investimento total de 320.682 euros, que será cofinanciado em 80% por fundos comunitários e em 20% por verbas do CEPAAL.

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